• Sabrina

Uma nova língua a cada nova aventura: rumo à verdadeira sustentabilidade

Atualizado: Abr 4

Este é o capítulo 1 de uma nova história feita para inspirar e ajudar você a conquistar seus projetos de vida mais autaciosos - o primeiro post da coluna Viajante Poliglota.



Em um dos primeiros posts aqui do blog, que fala sobre como transformar uma viagem de férias em uma experiência de currículo, eu resolvi criar um projeto para colocar a teoria em prática: Me tornar poliglota enquanto viajo. Esta coluna Viajante Poliglota é o diário em construção desse desafio.


À medida que eu avancei a partir da página 1 da sustentabilidade, passei a entender com mais profundidade a importância do respeito e valorização das culturas para alcançar o desenvolvimento sustentável. Sendo a língua um dos componentes mais importantes para a cultura e a sua preservação, me vi desafiada a encarar esse audacioso projeto com toda a dedicação do meu ser: ser poliglota para me tornar uma embaixadora da sustentabilidade.


Desse anseio nasceram cada uma das colunas deste blog:

  • Destinos, descrevendo os lugares que já me encantaram desde que comecei essa aventura.

  • Sustentabilidade, que é a digestão de todo o conteúdo que eu consumo na busca por produzir informação acurada e útil.

  • Diário de bordo, expondo os meus prazeres e dificuldades pessoais por esse caminho de realização, amor e espinhos.

  • Viajante Poliglota, onde organizo e compartilho esta que é uma das aventuras mais loucas e desafiadoras da minha jornada.

Portanto, tudo o que eu trago neste site são passos de uma trajetória rumo a uma audaciosa realização cheia de significado.


O caminho até aqui: chega de atalhos


Eu sempre tive facilidade em aprender, o que é a perdição do aprendiz preguiçoso. Eu aprendi inglês enquanto fui avançando na formação acadêmica, mas nunca me tornei fluente por falta de foco nesse objetivo. Já estudei alemão, francês, até japonês, e não lembro mais nada. É hora de acabar com a palhaçada.


Em certo ponto durante o doutorado eu tive a oportunidade de fazer um estágio na Espanha e só aí comecei a estudar espanhol. Por 4 meses estudei sozinha (pela Kultivi, de graça) e 2 meses viajando e trabalhando na Espanha. Nessa experiência eu aprendi a não ter vergonha do meu sotaque, ao contrário. Sempre pedia dica aos colegas sobre a melhor forma de dizer alguma coisa. Nenhum nativo nega essa ajuda, e com prazer a gente acaba por iniciar uma conversa - o grande desafio do aprendiz.


Mas eu não continuei estudando espanhol depois de voltar ao Brasil, e vim pra Itália sem estudar italiano. Só comecei a aprender depois de chegar ao país, o que eu não aconselho, de forma alguma. Foi bem difícil, e ainda é.


Quando comecei a evoluir nessa nova língua, ne dei conta de que eu esqueci tudo o que tinha aprendido do espanhol. Por diversas vezes falantes de espanhol tentaram conversar comigo e nenhuma palavra saiu da minha boca. Motivo? O italiano substituiu tudo o que eu sabia... Motivo disso? O espanhol não estava suficientemente consolidado na minha mente.


Eu que, tão empolgada que estava, pensei estar ampliando meu conhecimento em novas culturas, me vi decepcionada e perdida em duas línguas que nunca cheguei a dominar.


Então, decidi recomeçar a jornada como a viajante poliglota: tenho o objetivo de aprender definitivamente 4 ou 5 idiomas enquanto viajo e desbravo a cultura que permeia cada língua. Dessa vez, a nobre razão não me deixará afrouxar.


@ viajante poliglota


É um desafio que acaba de começar, para o qual eu te convido enfaticamente a participar comigo A QUALQUER TEMPO, pois mesmo que você chegue por aqui anos depois, eu certamente ainda estarei lutando para aprender uma nova língua.


Minhas metas são:

1. Italiano: enquanto ainda estou na Itália vou fazer um programa sério e disciplinado para imergir nessa língua, relatados a partir do post #2.

2. Espanhol: já estou planejando uma aventura pela América do Sul a fim de me tornar falante definitiva do idioma.

3. Inglês: por mais que eu me comunique bem, posso e devo avançar muito mais num projeto que ainda guardo para o futuro.

4. Francês? É o idioma oficial das Nações Unidas, e falado por povos a quem eu posso e espero ser útil.

5. Algum idioma não ocidental seria um desafio genuíno e digno desse projeto. Sugestões?


Em todas elas, o objetivo é alcançar a proficiência.


Onde você entra


Embora minhas razões sejam pessoais, meus objetivos são universais. A motivação por encarar esse projeto não é aprender idiomas que vão acabar num currículo, mas me permitir desbravar a diversidade cultural do mundo em sua forma mais plena. A alavanca que me impulsiona a compartilhar esse projeto é inspirar um mundo mais humano e responsável em todos os pilares da sustentabilidade: social, econômico e ambiental.


Eu não vou ensinar, eu vou aprender.


Me ajude a aprender, me dê sugestões e perguntas, me dê desafios e questões. Me dê combustível pra queimar nessa estrada. Me dê suas dúvidas pra torná-las minhas dúvidas, e descobrirmos juntos uma direção. Se essa jornada te inspirar, eu terei alcançado a minha realização. Se essa aventura despertar 1 nova pessoa para levar a admiração por culturas ao nível da promoção do bem, eu terei atingido meu pleno objetivo.

Se se sentir envolvid@, assine a newsletter mensal e envie feedbacks pelas redes sociais. Você não pode imaginar como todo envolvimento irá enriquecer essa aventura e me fortalecer quando o difícil estiver perto de se tornar impossível.

Vem comigo!


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